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GACC/SE alerta para a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea - 14 a 21/12

Publicado no dia 18/12/2023 por


Imagem: Crefito MG

Estamos na Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, que acontece nos dias 14 a 21/12, instituída pela Lei 11.930/2009. A campanha orienta que neste período, sejam desenvolvidas atividades de esclarecimento e incentivo à doação de medula óssea e à captação de doadores, envolvendo órgãos públicos e entidades privadas, com a finalidade de informar e orientar sobre os procedimentos de cadastro de doadores, importância da doação como ato de solidariedade para salvar vidas e sobre o armazenamento de dados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

De acordo com o Redome, sistema vinculado ao Ministério da Saúde, o Brasil tem o terceiro maior registro do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da Alemanha. São mais de 5,5 milhões de brasileiros cadastrados.

Ainda de acordo com o Ministério, quanto mais cadastros, maiores são as oportunidades de compatibilidade entre medulas, o que acelera o procedimento de doação. Por isso, a chance de se identificar um doador compatível, atualmente, é de até 88% ainda na fase preliminar de busca, sendo que no fim do processo, 64% dos pacientes têm um doador compatível confirmado.

Por modalidade de transplante, de acordo com os dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) para 2023, foram divulgados 1.972 de medula óssea, 1.574 de fígado, 281 de coração, 55 de pulmão, entre outros. Entre as autorizações de novos serviços no país este ano, estão em 17 centros autorizados para transplante de medula óssea. As cinco regiões brasileiras foram contempladas.

Dados em Sergipe

De acordo com Rosângela Cruz, assessora de comunicação da Fundação de Saúde Parreiras Horta, que gerencia o Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), existem mais de 51 mil sergipanos cadastrados no Redome e nos últimos cinco anos, mais de 10 sergipanos foram constatados compatíveis para fazerem a doação de medula para algum paciente que precisa de transplante. 

“A chance de compatibilidade entre família é de 25%. Por exemplo, no diagnóstico de leucemia, o primeiro protocolo dos médicos é testar a compatibilidade na família, pai, mãe e irmãos, que são parentes diretos. Caso não ache ninguém compatível entre os familiares, esse paciente é inscrito no Registro Nacional de Receptor de Medula Óssea (Rereme), pois precisa receber a medula sadia. Então o Instituto Nacional de Câncer (Inca) cruza as informações do paciente do Rereme com os dados do Redome. Dando compatível, o doador e o receptor são convidados para realizarem o transplante de medula óssea.

GACC/SE

Segundo informações do setor de serviço social do Grupo de Apoio a Crianças com Câncer de Sergipe (GACC/SE), atualmente estão cadastradas 47 acolhidos com doenças passíveis ao Transplante de Medula Óssea (TMO) na instituição, sendo 34 crianças e adolescentes diagnosticados com anemia falciforme, 8 com leucemia e linfomas e 5 acometidos por outras doenças hematológicas.

Em 2022, por meio do GACC/SE, foi realizado o primeiro Transplante de Medula Óssea (TMO) do estado de Sergipe, com o acolhido Pedro Guilherme Alves do Nascimento, então com 14 anos de idade. O jovem é portador de anemia falciforme, assistido pelo GACC/SE há mais de 11 anos e realizou o transplante no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP), em junho de 2022. A medula foi doada por sua própria irmã, Sabrina Alves do Nascimento, 12 anos na época, com 100% de compatibilidade.

Conheça as ações e projetos do GACC/SE e apoie o tratamento de mais de 114 crianças e adolescentes da instituição.

TMO

O transplante de medula óssea é um tratamento indicado para doenças relacionadas com a fabricação de células do sangue e com deficiências no sistema imunológico. O procedimento é rápido, como uma transfusão de sangue, e dura em média duas horas. Ele consiste na substituição de uma medula óssea doente por células normais da medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável.

Os principais beneficiados com o transplante são pacientes com leucemias originárias das células da medula óssea, linfomas, doenças originadas do sistema imune em geral, dos gânglios e do baço, e anemias graves (adquiridas ou congênitas). Outras doenças, não tão frequentes, também podem ser tratadas com transplante de medula, como as mielodisplasias, doenças do metabolismo, doenças autoimunes e vários tipos de tumores.

Cadastro em Sergipe

Em Sergipe, a Secretaria de Estado da Saúde realiza campanhas de conscientização e incentivo ao cadastro de doações, por meio do Hemose e da Central de Transplantes. O cadastro dos interessados em se tornarem doadores de medula óssea é feito pelo Centro de Hematologia de Sergipe (Hemose). Mais Informações no Site do Hemose ou ainda por meio dos telefones: (79) 3225-8039 e 3259-3174.

Por Ascom GACC/SE, com informações dos sites Governo Federal , Biblioteca Virtual em Saúde e Agência do Governo EBC.
Imagem: Crefito MG

 

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